O cheiro é o sentido que mais marca. Sinto cheiros nos locais mais inesperados, que não têm relação nenhuma com a real origem do cheiro em si. Há cheiros que me dão vontade de chorar e de voltar a ser criança, cheiro de família e conforto…de Natal!
O som mexe com o meu estado de espírito de uma forma que gostaria de controlar melhor, visto que simplesmente não controlo. Há músicas que me põem lá no alto outras que só me lembram merdas parvas e me deixam “na baixa total”.
Os sabores que me marcam são frescos, principalmente a hortelã em bebida, de preferência com ananás…renova-me, nem sei porquê.
Sou sensível ao toque de tudo o que é macio, tento que todas as minhas roupas sejam confortáveis, nas lojas passo a mão pelos tecidos como se mexesse noutra coisa qualquer, mas em roupa é que não.
Gosto do pêlo dos animais, de dormir com eles, sentir um animal ao pé de nós é das coisas mais maravilhosas deste mundo. Isto só me desagrada no momento em que me entram pêlos para a boca, aí consigo estar quase um dia inteiro a tentar tirar um pêlo qualquer da língua, que na maioria das vezes já nem sequer lá está. Mas quando embico com alguma sensação mais irritante fica difícil de alguém me convencer de que aquilo já é delírio da minha cabeça.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário