
Hoje não te senti como queria e não tinha sequer uma réstia da ideia do porquê. Vi-te envolvido numa embalagem de felicidade que me cheirou a plástico em demasia. Penso e espero estar enganada quanto ao material da tal embalagem, sendo que o que me importa na realidade é a água lhe corre pelas entranhas.
Nem sequer consigo ver através dos teus olhos, através mesmo, chegar ao outro lado, ao núcleo, à verdade…raramente me perco neles sem conseguir regressar à realidade. E como gosto quando isso acontece, é uma perca que conduz ao encontro, encontro real e tão surreal porque te expõe a cru sem as entrelinhas plásticas que possas tecer em volta do teu corpo.
Na verdade não espero nada…teimo em não esperar, porque não confio, desconfio do que neste limbo se possa passar. Não quero um equilíbrio numa corda bamba, procuro um sonho em constante desequilíbrio mas que nunca me deixe cair. Uma “perfeição” que existirá algures, não faço ideia onde, mas que hei-de encontrar…se nos teus olhos não for não cessarei de me achar. Acredito demais na felicidade para desistir dela, seja em que circunstância for!
Nem sequer consigo ver através dos teus olhos, através mesmo, chegar ao outro lado, ao núcleo, à verdade…raramente me perco neles sem conseguir regressar à realidade. E como gosto quando isso acontece, é uma perca que conduz ao encontro, encontro real e tão surreal porque te expõe a cru sem as entrelinhas plásticas que possas tecer em volta do teu corpo.
Na verdade não espero nada…teimo em não esperar, porque não confio, desconfio do que neste limbo se possa passar. Não quero um equilíbrio numa corda bamba, procuro um sonho em constante desequilíbrio mas que nunca me deixe cair. Uma “perfeição” que existirá algures, não faço ideia onde, mas que hei-de encontrar…se nos teus olhos não for não cessarei de me achar. Acredito demais na felicidade para desistir dela, seja em que circunstância for!

