
Oiço um assobio fininho que ecoa das montanhas da neve. Um manto branco que me cobre as ideias de algodão doce e gelatinas líquidas que me escorrem até à boca. Boca que é mais tua que minha, porque te a dei...espetada num pauzinho de cor laranja e sabor de amora. Oiço as vozes da verdade a que fujo...sei que a há corações que palpitam por aí sem ter um algodão que confirme a sua presença. Gosto de comer enquanto oiço o algodão que fala espetado no pau de amora que esguincha laranjas com caroços de cerejas que mais parecem passas. O sol não perdoa, e as frutas secam se não as comemos a tempo!
Gosto de frutas, de Verão, de calor!! E ele está tão perto e tão longe...porque o vou sentir através de um vidro que não me permite trepar às árvores nem colher o que a natureza tem para me merendar. Mas há mais e mais verões, esses não me vão escapar...não haverá fruta que não prove, algodão que não toque, árvore a que não suba!
Podías ser uma árvore...a minha árvore...a minha fruta....o néctar dos néctares! Mas resolveste plantar e enterrar as tuas raízes num jardim de Inverno onde tremo para entrar e onde morro sem trasnpor o átrio principal. Só as estações ditarão o tempo em que vivo para te provar!
Gosto de frutas, de Verão, de calor!! E ele está tão perto e tão longe...porque o vou sentir através de um vidro que não me permite trepar às árvores nem colher o que a natureza tem para me merendar. Mas há mais e mais verões, esses não me vão escapar...não haverá fruta que não prove, algodão que não toque, árvore a que não suba!
Podías ser uma árvore...a minha árvore...a minha fruta....o néctar dos néctares! Mas resolveste plantar e enterrar as tuas raízes num jardim de Inverno onde tremo para entrar e onde morro sem trasnpor o átrio principal. Só as estações ditarão o tempo em que vivo para te provar!
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