sexta-feira, 16 de novembro de 2007

8 mundo à frente

As vezes sinto-te cá dentro, não importa se atrás de mim ou 8 mundos à frente. No final, tudo fica em frente a nós, e tento descobrir se o que vejo é o que olho.
Não te entendo nas entrelinhas do esquecimento enfadonho, não reconheço as palavras que pensas e cruzas com sons que me atacam. Dói. Só na hora. Mas massacra e perdura quando o silêncio prevalece. A estranheza de todos perante duas sementes de frutas tão diferentes, que nem os caroços servem para mastigar, fazem as árvores mais enraizadas mudar de lugar. O azedume da casca é sem duvida o mais doce. Vamos provar.