Queres arte? Queres poesia?
Melhor começar procurando um novo mundo.
Arte, poesia...escapatórias, reflexos,ilusões...
Fugas de uma realidade nua e crua
Alienadas de pecados mortais e venenos letais.
Estou envenenada sim...por um veneno sem antídoto!
Vida confusa, ingrata, desgastante, desmotivante...
Sonhos que não sonham mais,
Pensamentos que não quero mais lembrar,
Desejos que espero que morram antes que me matem.
Persigo um ideal irreal, invisível, impossível, irracional,
caio em abismos construídos por minhas próprias mãos
esqueci a rede, esqueci a queda, mas ela não me esqueceu a mim.
Dor de uma saudade ausente...
Saudade pior é a do que nunca se teve,
Dor que se instala, sempre presente.
Desgosto maior que lutar contra o coração?
Combater sentimentos com pérolas na mão,
devolver ao céu presentes divinos e verdadeiros,
recusar a recusa de uma verdade sem conclusão.
E perco-me...vôo sem ter asas,
viajo sem saber onde vou,
caminho no escuro e esbarro
Obstáculos que se cruzam e entrecruzam,
que me sufocam, me apertam, me contêm, me constrangem!
Fechada numa palavra que não se quer ouvir,
num toque que não se quer sentir,
num olhar que penetra e logo vai embora.
Abandonos constantes de sensações perfeitas
de ilusões desfeitas, de gritos surdos que ninguém ouve.
E desmancho o meu ser em pedaços....
Pedaços de luz, escuridão, brilho e desilusão....
Melhor começar procurando um novo mundo.
Arte, poesia...escapatórias, reflexos,ilusões...
Fugas de uma realidade nua e crua
Alienadas de pecados mortais e venenos letais.
Estou envenenada sim...por um veneno sem antídoto!
Vida confusa, ingrata, desgastante, desmotivante...
Sonhos que não sonham mais,
Pensamentos que não quero mais lembrar,
Desejos que espero que morram antes que me matem.
Persigo um ideal irreal, invisível, impossível, irracional,
caio em abismos construídos por minhas próprias mãos
esqueci a rede, esqueci a queda, mas ela não me esqueceu a mim.
Dor de uma saudade ausente...
Saudade pior é a do que nunca se teve,
Dor que se instala, sempre presente.
Desgosto maior que lutar contra o coração?
Combater sentimentos com pérolas na mão,
devolver ao céu presentes divinos e verdadeiros,
recusar a recusa de uma verdade sem conclusão.
E perco-me...vôo sem ter asas,
viajo sem saber onde vou,
caminho no escuro e esbarro
Obstáculos que se cruzam e entrecruzam,
que me sufocam, me apertam, me contêm, me constrangem!
Fechada numa palavra que não se quer ouvir,
num toque que não se quer sentir,
num olhar que penetra e logo vai embora.
Abandonos constantes de sensações perfeitas
de ilusões desfeitas, de gritos surdos que ninguém ouve.
E desmancho o meu ser em pedaços....
Pedaços de luz, escuridão, brilho e desilusão....
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