terça-feira, 14 de agosto de 2007

Nem com um desenho

A seguir a tudo não aconteceu mais nada além da perseguição. Aquele ser incapaz e auto-destrutivo arrastava-se em passadas que o tornavam ainda mais lento e enfadonho, era ímpossivel de o acompanhar de tão perdido que estava de um caminho ou de um ideal. Vivia, no entanto, feliz: não fosse a mais alta estupidez a rainha do império da inércia e da incongruência celestial que respiravam as gentes cobertas por aquela alçada. Muros de burrice impenetráveis... nem desenhos de livros infantis despertam o sobrolho adormecido há quase três décadas de incapacidade cerebral. Esceverei...só para ti...um livro para recém-nascidos, onde espero que mergulhes e voltes a reaprender a viver, ou simplesmente...aprender, será?

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